segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O Pedro e o tigre de Zeca!



Eu diria mais ou menos isso do filme que vi sábado: ler aqui

Aliás, li essa coluna do Zeca Camargo sexta e hoje de manhã, depois de já ter flertado com ela algumas vezes. Bom, essa semana entrei na fase "ler essa coluna todo dia pela manhã". Aconselho que passem também por essa experiência despretensiosa. Depois a gente vê se nos arrependemos ou se somos arrebatados de vez. Fica a dica.

domingo, 25 de setembro de 2011

Arrebatador

Vale a pena ouvir isso - essa música... essa voz!
(esqueça os erros de digitação do autor da postagem e se deixe sentir)

segunda-feira, 21 de março de 2011

Se segura, malandro. Tudo que vai, volta. Volta e volta com força. Deus é pai, dá mole não...
E lembre-se que não são seus contatos, aqueles profissionais, que te levarão a algum lugar quando você mais precisar. Não são eles que te segurarão a mão ou que velarão o choro de algum querido seu no seu próprio velório. Quem te leva a algum lugar é a sua responsabilidade para com os outros (já que dizer generosidade e honestidade seria grego para um entendimento mediano e mesquinho como o que o teu parece ser), é a sua vergonha na cara, sua palavra e outras coisas das entrelinhas, coisas que lábia nenhuma consegue driblar. Aliás, pobres destes que usam o artifício da lábia. Tropeçam nas entrelinhas, tropeçam na sua armadilha, tropeçam nos fios que tecem suas palavras sem perceber. Inocentes. Enfim, o que te salvará é a sua postura com cada um que vive dividindo o mundo com você... e outras coisas que mamãe não te ensinou!
Aliás, você trata sua mãe como trata seus subordinados? Eu realmente espero que não. Seria um lamento te ter como filho.

Permitam-me, caros leitores: %$#@*(¨&!"%$.
E que Deus me perdoe pelos palavrões e nos ajude no final de toda essa sujeira.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Minhas meninas!

Eu tenho duas sobrinhas. Eu as amo. Nossa, como amo! Uma vi nascer e fiz amizade, a outra nunca vi pessoalmente. Engraçado certos amores. Acho que esse que eu sinto por essas duas menininhas é como amor de mãe, que não sou. Vem sem nem conhecer. É de verdade. Livre. Sem barreiras. É de dar, não de receber! É sem explicação de tão forte, belo e puro. Tem lá sua dor. Mas nada comparado a dores inconsequentes de marido e mulher; dores mimadas. Amar as minhas menininhas é amor da manhã friazinha. É amor bom. Deve mesmo é ser a explicação real do que é amor.
Deus abençõe as famílias!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

"e vamos botar água no feijão"

Gosta de brincar de casinha comigo. Faz um monte de abobrinha que eu adoro. Tem franguinho com cury para lembrar que é mão de adulto que está ali. Mão de quem sabe o que está fazendo. Sabe escolher legumes. Fala “leguminosas” e me causa a risada gostosa - abraços no corredor do supermercado. Discutimos o cardápio, contamos as moedas - falta da barra da saia da mãe. Pronto! Temos todos os ingredientes.
Tempo de cozinha. Tapinha no bumbum, sarrinhos da língua presa, do pé grande, dos olhos de cor diferente. E vai mexendo o caldo. Tempera a carne, salpica no feijão. Comida na mesa - uma bela comidinha especial de segunda a segunda.
Cozinha tão bem que o dia está até mais fresco em reverência a minha paz.

domingo, 7 de novembro de 2010

Preciso voltar para cá! A cada pouquinho de tempo. Para me redimir, para readmitir. Escapar. Acalmar a culpa por alguma coisa que não consegui, como calar na boca certas frases depois de ouvir Deus dizer para pensar melhor antes de elaborar tais injustiças.
Vou voltar. Juro, eu vou voltar. Sei que ainda vou voltar.

E esse ensaio de retorno já dá sinais de que vamos ter melhor sono... Dorme o sono dos justos, culpados e sujos! Todos nós.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Gratifique-se mas certifique-se. O famoso "pé no chão" que papai falava dizia mais que isso: certificando-se ou não, a euforia e a empolgação estão proibidas. Atrapalham. São duas míopes que não usam óculos. Duas volúveis. Duas madrugadas embriagadas. Uma tem coração bom a outra faz caridade toda sexta. Mas são perigosas. Bebem. Fumam. Pintam as unhas de vermelho.
(...) Sem euforia e sem empolgação que é para evitar a fadiga da qual papai falou.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Não confio em ninguém com mais de...

Não confiar nas coisas antes que elas saiam do papel é um ensinamento que nossas mães passam por já saberem que o mundo é lamentavelmente feito de canalhas. Nós podemos ser os próximos canalhas, mas enquanto não somos nos prevenimos dos outros milhões deles.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Doei meu corpo.
Doei meu tempo.
Meu fim de noite.
Meu começo de sono.
Meu tempo de sonhar.
Doei uma música.
Cantei.
Doei esperança.
Inutilmente. Não faz sentido.
Pode ser que nunca tenha feito.
Não há de fazer.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

"Meu bem, que hoje me pede pra apagar a luz
E pôs meu frágil coração na cruz
Do teu penoso altar particular
Sei lá, a tua ausência me causou o caos
No breu de hoje, sinto que o tempo da cura tornou a tristeza normal
Então, tu tome tento com meu coração
Não deixe ele vir na solidão
Encabulado por voltar a sós
Depois, que o que é confuso te deixar sorrir
Tu me devolva o que tirou daqui
Que o meu peito se abre e desata os nós
Se enfim, você um dia resolver mudar
Tirar meu pobre coração do altar
Me devolver como se deve ser
Ou então, dizer que dele resolveu cuidar
Tirar da cruz e o canonizar
Digo, faço melhor do que lhe parecer
Teu cais deve ficar em algum lugar assim
Tão longe quanto eu possa ver de mim
Onde ancoraste teu veleiro em flor
Sem mais, a vida vai passando no vazio
Estou com tudo a flutuar no rio
Esperando a resposta ao que chamo de amor
Estou com tudo a flutuar no rio
Esperando a resposta ao que chamo de amor
Estou com tudo a flutuar no rio
Esperando a resposta"


Eu, previsivelmente não previ o que era bom para mim, o que eu gostaria. Não ouvi, não senti e não pacientemente aguardei o interesse me interessar. Ouvir e ler Maria Gadú é bom, gostei.